Professora é presa por questionar salário nos EUA(VÍDEO)

Professora é presa por questionar salário nos EUA(VÍDEO)

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Violência: professora é repreendida e algemada por questionar pagamento em reunião escolar nos EUA. Deyshia Hargrave questionou uma proposta de aumento de salário do superintendente da escola durante a reunião do conselho

Professora de inglês na escola Rene A. Rost Middle School Deyshia Hargrave questionou uma proposta de aumento de salário do superintendente da escola durante a reunião do conselho realizada na última segunda-feira.

Segundo ela, a proposta era “absurda” tendo em vista que os funcionários e professores do colégio, “verdadeiros responsáveis por bater as metas determinadas”, não receberiam nenhum tipo de bonificação.

A professora ressaltou que o mérito do bom trabalho também cabe aos alunos e, em tom indignado, acrescentou que nos últimos anos, as salas de aula estão cada vez mais cheias, aumentando a carga de dedicação dos professores, sem que isso reflita em mudanças salarias.

O presidente da sessão do conselho escolar disse que o assunto do aumento do superintendente não estava em pauta, ao que foi repreendido pelo demais presentes, que afirmaram que a proposta fazia, sim, parte da agenda.

A certa altura, um policial vai na direção da professora e pede para ela se retirar da sala. Sob protesto, Hargrave deixa a reunião, acompanhada do policial.

Na sequência, é possível ouvir gritos do lado de fora: o policial algemava à força a professora que estava caída no chão. Ela então é retirada da escola, seguida por outros professores e funcionários claramente impressionados com o ocorrido.

A prisão da professora foi gravada por uma pessoa presente na reunião e divulgada pela estação de mídia local KATC-TV, numa versão de 12 minutos postada no YouTube.

O vídeo já teve mais de 1,5 milhão de visualizações e causou uma onda de indignação no país. A partir do minuto 7, o policial aborda a professora, veja:

A Associação de Educadores de Louisiana criticou o ocorrido em um post no Twitter, destacando que “é direito de todo cidadão expressar o que pensa” e que o advogado da entidade está dando todo o apoio à professora.

 

 

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